Leitura obrigatória para qualquer estudioso que se preze é Hans-Georg Gadamer. Nada digesto, diga-se de passagem. A leitura de Gadamer exige atenção e um tipo de sagacidade específica para que se entenda de fato os conceitos de "consciência histórica", "horizonte histórico", "arte perene e arte transitória", o próprio conceito de "Belo" e, sobretudo, sua leitura específica do conceito de representação que tem a ver diretamente com a condição de presença de Cristo, isto é, o conceito de corpo presente. Raro é encontrar quem realmente entenda do riscado gadameriano! A leitura há muito me acompanha, e foi obra essencial indicada por meu orientador, Ronaldo Brito Fernandes, em minha dissertação de mestrado (a qual proíbo a publicação ou a reprodução total ou parcial, é bom avisar, pois trata-se de work in progress).

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